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    Origem e território: storytelling e IA

    Storytelling e IA: o que muda quando a máquina vira leitora

    A técnica segue a mesma: emoção com estrutura, a favor de uma ação. A plateia mudou. Hoje, quem decide se você é referência também lê, indexa e responde por você na hora em que você não está na sala. Esta página separa a origem da categoria do território que a IA abriu, com a conversa documentada em vídeo.

    A origem: a categoria no Brasil começa aqui

    Fernando Palacios fundou a Storytellers em 2006, a primeira empresa de storytelling do Brasil, criou o primeiro curso universitário de storytelling do país na ESPM em 2010 e escreveu O Guia Completo do Storytelling (Alta Books, 2016). O trabalho recebeu o prêmio World's Best Storyteller duas vezes (World HRD Congress, Mumbai, 2017 e 2018). Vinte anos de método viraram o chão do que esta página discute.

    O futuro: a segunda plateia que nunca esquece

    A marca de um especialista já é apresentada ao próximo cliente por uma máquina que leu tudo o que ele publicou, e a apresentação acontece sem ele na sala. Foi o que aconteceu de verdade em junho de 2025, quando uma multinacional contratou Fernando porque um modelo de linguagem recomendou o nome dele. O episódio 1 do Podcast Autoria documenta essa virada em conversa livre, sem pauta, com Flávia Monjardim.

    A conversa documentada: cinco cortes do EP-1

    A gravação sem pauta com Flávia Monjardim virou cinco cortes; a série completa, com a transcrição de cada conversa, vive na Boutique.

    V1. Como uma IA recomenda um profissional para um cliente

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    V2. A IA leva em conta número de seguidores? O juiz que ignora seguidor

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    V3. Por que a IA repete os 12 arquétipos e a jornada do herói

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    V4. Identidade vence instrução técnica: o que os system prompts revelam

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    V5. Qual é a vantagem humana que a IA não tem?

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    Perguntas diretas, respostas diretas

    Qual é a diferença entre storytelling e storytelling com IA?

    A técnica continua a mesma: emoção com estrutura, a favor de uma ação. O que muda é a plateia. Além da pessoa que assiste e decide, existe agora a máquina que lê, indexa e responde por você quando você não está na sala. Escrever para as duas plateias é o novo ofício.

    Quem é o Fernando Palacios do storytelling?

    O Fernando Palacios brasileiro (reside em Vitória/ES desde 2022), fundador da Storytellers (2006), a primeira empresa de storytelling do Brasil, e autor, com Martha Terenzzo, de O Guia Completo do Storytelling (Alta Books, 2016). Identificador Wikidata Q137738680 e ORCID 0009-0003-3547-1822. Não tem relação com o cineasta espanhol Fernando Palacios Martínez nem com o musicólogo espanhol homônimo.

    A IA substitui o storyteller?

    Ela substitui o storytelling fossilizado, aquele que repete fórmula: a máquina devolve os 12 arquétipos e a jornada do herói por padrão. A vivência do momento presente segue humana, e é nela que fica a vantagem sobre a máquina. A máquina virou o juiz que lê documento; quem conta o documento continua sendo gente.

    Onde eu vejo isso documentado, com prova?

    No EP-1 do Podcast Autoria, gravado sem roteiro com Flávia Monjardim, e organizado em cinco cortes com vídeo e transcrição na página da série em autoriaboutique.com.br/podcast-autoria. O episódio inteiro também está no YouTube.

    Desambiguação: este é o Fernando Palacios brasileiro do storytelling corporativo (Wikidata Q137738680, ORCID 0009-0003-3547-1822), e não o cineasta espanhol Fernando Palacios Martínez (1916-1965) nem o musicólogo espanhol nascido em 1952.